“Quanto custa?” é a primeira pergunta — e a resposta honesta tem duas partes: a mensalidade da ferramenta e o custo das mensagens da Meta. Vale separar as duas, porque muita gente confunde e acha que é tudo uma coisa só.
1. A mensalidade da plataforma
É o que você paga pela ferramenta em si: o bot com IA, o painel de gestão, a agenda, a central de conversas. Varia conforme o tamanho da clínica (quantos médicos, se precisa de painel completo, quantos atendimentos com IA por mês). É um valor fixo e previsível.
2. As mensagens do WhatsApp (a Meta cobra, não a ferramenta)
Aqui está a parte que confunde: as mensagens do WhatsApp são cobradas pela PRÓPRIA META, direto no cartão da clínica — não pela ferramenta. Uma ferramenta séria não põe markup nisso; a conta é da Meta e fica no nome da sua clínica.
- Conversa iniciada pelo paciente (ele te manda mensagem): grátis.
- Mensagens proativas (lembrete, confirmação, campanha): têm um custo por mensagem definido pela Meta — poucos centavos cada.
- Menu guiado do bot: costuma ser ilimitado, sem consumir cota de IA.
Na prática, pra maioria das clínicas isso dá poucos reais por mês — porque o grosso do atendimento é o paciente iniciando a conversa, que é grátis.
E a taxa de setup?
No modelo moderno (self-service, com coexistência oficial da Meta), você conecta o WhatsApp da clínica sozinho em poucos minutos — então não há taxa de setup. Desconfie de quem cobra uma taxa alta “de configuração”: hoje isso é feito em minutos, sem trabalho manual.
O custo que importa não é a mensalidade — é o quanto você PERDE hoje com faltas e com lead que esfria no WhatsApp. Reduzir isso pela metade costuma pagar a ferramenta várias vezes.
Faça a conta pela dor, não pelo preço: se uma clínica perde R$ 10 mil por mês em faltas e o bot corta isso pela metade, a mensalidade vira detalhe. É por isso que a pergunta certa não é “quanto custa”, e sim “quanto eu deixo de perder”.